sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Recycling Friday!


Na era do consumismo sem medidas, existem pessoas que dizem não ao "Black Friday" e aproveitam o momento para inserir outros costumes a nossa realidade brasileira como os "SALES" na garagem de casa com coisas semi-novas ou bem conservadas.
Eu tenho uma amiga que AMO, ela morou nos USA por muitos anos e regularmente promove "SALES" no Rio de Janeiro.


Aqui na Suíça no Cantão onde vivo temos a "Disfashion". 
Rodando pelas minúsculas e charmosas estradinhas e cortiços da cidade velha de Locarno podemos achar barraquinhas com artigos novos descontados, semi-novos e usados.



Mas o máximo da "Disfashion" são as várias outras barracas de crianças que vedem entusiasmadas roupas e brinquedos que já não servem mais. 
É uma festa só! Mais animada que Halloween!  





São semanas de preparativos limpando, costurando e deixando tudo em ordem para expor cada um a sua barraquinha. 
É muito interessante discutir com quem não conhece estas tradições e exemplos que acho fantásticos serem seguidos. 
Porque o discurso vai além do poder comprar tudo novinho, mas sim o que faremos para nos livrar de tudo isso que é fabricado em escalas assustadoras nos dias de hoje? 
Se lembro do período onde tudo durava mais e se usava até quebrar, começo a reavaliar certos hábitos que até eu mesma adotei, como consumista. Apesar de adorar ajustar daqui e modificar ali com a minha paixão pelo restauro. 
O mundo foi relativamente bem conservado até a minha maturidade, mas como minha filha de somente 4 anos encontrará o seu planeta daqui a uns 20 anos? 
Um discurso completamente de biodiversidade. Vamos trocar somente o que for necessário?
Bom "Green Friday"!
Lu 







terça-feira, 25 de novembro de 2014

No Violence






25/11/2014

*Italiano

Giornata Mondiale contro la violenza sulle donne.
Mi sono sensibilizzata con questa causa dopo aver conoscenza della assorda statistica divulgata dagli organi di competenza. Purtroppo i numeri sono altissimi per una cosa che non dovrebbe esistere.
Tante di queste donne sono giudicate dalla società per le condizioni di oppressione e l'impotenza di ribellarsi. Ma dobbiamo ricordarci che solo chi vive questa realtà può capire quali sono le pressioni psicologiche che impediscono di liberarsi.
Non dobbiamo giudicare ma sensibilizzarci. 
I numeri:
Nella prima rilevazione statistica europea fatta nei 28 paesi sulla violenza sulle donne:
Il  fenomeno e problema sociale che si stima colpisce almeno 62 milioni di cittadine europee tra i 17 e i 74 anni.
I dati sono purtroppo allarmanti, una donna su tre in Europa ha subito una qualche forma di violenza, fisica, sessuale, psicologica, stalking e il terreno si è esteso anche nel mondo online sopratutto tra le giovani che ricevono anche prima dei 17 anni minacce e intimidazioni. 
Un altro dato sconcertante è che le donne di ogni età non denunciano abbastanza. Le ipotesi di tale reticenza sono diverse, per paura, per sfiducia verso le istituzioni (ovvero verso la polizia, i giudici e i tempi dei processi, i servizi sociali..),  per mancanza di un’ autonomia economica che potrebbe permettere loro di liberarsi e allontanarsi da situazioni di violenza domestica, per mancata percezione che quello che loro accade è violenza e può essere fermata perché esistono leggi e lo Stato dovrebbe essere dalla loro parte.
Che fare? Aspettare le istituzioni per aspettare un cambiamento? La storia ci insegna che le istituzioni intervengono principalmente quando le persone comuni sono già a metà se non quasi alla fine dell’opera. Sicuramente oltre all’intervento dei policy maker c’è  bisogno che i cittadini,  uomini e donne, si assumano la responsabilità della propria cittadinanza e cambino la loro attitudine, i loro comportamenti, la loro percezione e atteggiamento scettico nei confronti della violenza. C’è bisogno che la violenza sulle donne venga riconosciuta e che venga prima di tutto contrastata nel vivere quotidiano di ognuno di noi. Solo così le varie leggi, politiche e attività relative alla prevenzione e al contrasto potranno prendere forma e diventare realtà al punto da far diminuire quei fatidici numeri che le statistiche sulla violenza riportano e che a volte determinano orrendi omicidi-feminicidi, non numeri ma vite che nessuno Stato può permettersi di perdere.
#noallaviolenzasulledonne

*Português

Dia mundial não-violência  contra a mulher.

http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2014/11/campanha-16-dias-de-ativismo-comeca-nesta-terca-feira-25-em-todo-pais

Me sensibilizei com o tema depois de conhecer a estatística e os números inaceitáveis divulgados pelos órgãos competentes. Infelizmente os números são altíssimos sobre algo que não deveria existir.
Muitas destas mulheres são julgadas pelas condições de opress
ão e a impotência de se rebelar. Mas devemos nos recordar que somente quem vive esta realidade pode entender quais são as pressões psicológicas que as impedem de se livrar ou pedir ajuda.
Não temos que julgar mas nos sensibilizar!
O Brasil é um dos Países pioneiros em proteção à mulher, com leis e delegacias direcionadas a testa causa. Mesmo assim ocupa o sétimo lugar no ranking de maiores números de mulheres vítimas de violências! Onde está o problema?
Números e dados:
Temos tb um órgão federal e informações online, sites dos órgãos públicos com estatísticas  e suporte à mulher.
Mérito de  todas as associações que lutaram para ver um tema tão importante ser reconhecido e ser debatido constantemente.  

Muito importante!... " existe uma lei a ser respeitada com delegacias e profissionais competentes preparados para oferecer proteção a estas vitimas!

http://www.senado.gov.br/senado/datasenado/pdf/datasenado/DataSenado-Pesquisa-Violencia_Domestica_contra_a_Mulher_2013.pdf


Parabéns ao Brasil e a todas as instituições competentes que lutaram e continuam lutando! 

E para quem comete tais crimes...Vergonha! A todos os indivíduos que para se sentirem fortes, oprimem, humilham, violentam, perseguem, batem e tiram a vida de pessoas incapazes de se defenderem!... Seres fracos, covardes, vermes da pior espécie.
Aqui toda a minha indignação e desprezo.


#naoaviolenciaamulher

*English 

International Day for the Elimination of Violence against Women.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Venice with love...



Uno dei posti più incredibile che sono stata. 
Ad ogni angolo che mi sono girata ho riflettuto sulla sua meravigliosa storia e la sua architettura dai tempi dove i geni vivevano tra di noi! 
Una serie di fotografie della magica "Venezia"!!!






















terça-feira, 4 de novembro de 2014

Reflessões con Roswitha...

Ser fiel a si mesmo,
Ser fiel aos outros.

Não gostei de minha cara,
Sempre quis mudá-la.
Não gosto do que sou, 
Não gosto do que faço
Só crio embaraço
Para mim, para ti também.

Sou o que sou.
Bonito não sou, nem feio.
Sou eu,
O ser que Deus criou
E revestiu de qualidades
Más e boas.

Quis trocar de eu,
Quis ser muito perfeito.
Querendo ser aquilo que tu gostas
Me esqueci que no amor
Nada disto importa.

Fiz o possível, trabalhei.
Me esforcei sem pensar no cansaço.
Quis mudar de eu
E virei só um palhaço.

Roswitha Kempf

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Fly away...

Na Inglaterra o "Centre for Process Innovation" (CPI) está para revolucionar o conceito de viagem aérea. Chega de latarias e vidros minúsculos! 
Tudo isso deverá ser inovado, transformando o habitáculo em um meio de transporte panorâmico. 
Os técnicos e engenheiros do centro de pesquisas inglês estão desenvolvendo um sistema de cobertura dos aviões com telas de projeção "curved oled" ao longo de toda a fuselagem. 
As nossas viagens poderão ser assim:


Gostou? Eu adorei :-)
Lu Gilliet

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Farmageddon

Come il marketing e la psicologia camminano lato a lato...
Qualche tempo fa' ho scritto un post nel mio blog dove ho parlato della mia passione per il marketing. Come creare il lancio di un determinato prodotto e convincere le persone che hanno bisogno di quello per vivere.
Credo che con il tempo lavorare con le bugie, camuffamento, mascheramento, ecc... può pesare 
molto. Questo può succedere in tanti settori, come il marketing e la legge per exempio.
Alcune persone riescono a pulire la coscienza cambiando lato come la signora del video che ho condiviso sotto.
Per le persone che credono sia migliore non sapere o vedere...
Di recente una personal trainer brasiliana, Maíra Tavares di 30 anni ha fatto uso di prodotti "light e diet" disposti nelle mensole dei supermercati a Rio de Janeiro. Ha documentato per 2 mesi ogni reazione e malessere che certe sostanze le hanno causato e anche l'aumento del grasso corporeo. Lei ha pubblicato tutto nel suo profilo instagram e con questo a chiamato l'attenzione dei media e ha guadagnato migliaia di seguaci. La reazione di certe sostanze nel suo corpo sano de ipertrofico era sorprendente!
Vale la pena fermare qualche minuto per ascoltare quello che questa esperta di marketing ha esposto e cercare si, d'essere più selettivo ed esigente.
Non tutto quello che sembra, in realtà lo è!

Il link in italiano:


Como o marketing e a psicologia andam lado a lado...
No meu blog cheguei a escrever um post sobre a minha paixão pelo marketing. O lançamento de produtos e como convencer as pessoas que elas necessitam de certas coisas para viver.
Óbvio que trabalhar na base do engano o da camuflagem pode pesar com o tempo. Creio que aconteça regularmente com o marketing e advocacia por exemplo.
Alguns podem limpar a consciência "virando a casaca" como esta senhora do vídeo.
Para as pessoas adeptas do melhor não ver nem saber...
Na verdade creio que muitos saibam como estas coisas funcionam.
Recentemente uma Personal Trainer do Rio, Maira Tavares de 30 anos fez um experimento com o seu próprio corpo comendo somente alimentos "light e diet". Mostrou a quantidade de gordura corporal e todo o mal estar que estes produtos causavam por 2 meses. Ela documentou tudo e publicou no seu instagram, deu entrevistas em quotidianos renomados e ganhou milhares de seguidores. Os resultados eram surpreendentes.
Vale a pena parar alguns minutos para escutar o que esta "marketeira" palestrou e procurar sim, ser mais exigente e seletivo.
Nem sempre aquilo que parece realmente é!

Segue o link em português:

domingo, 20 de julho de 2014

A cozinha

Sempre amei cozinhar, desde pequena.
Tenho uma mãe que fugia da cozinha e sempre se escondeu na desculpa da falta de tempo por trabalhar fora.  Se tivesse vontade de comer algo especial, deveria comer fora ou improvisar. 
Quando cresci cozinhar virou um hobby. 
Pesquisar livros e vídeos virou terapia.
Me refugiar na cozinha durante a noite e madrugadas com meus experimentos ouvindo Morrissey virou relaxamento. 
Olhar a reação das pessoas quando se deliciam virou prazer.
Sempre achei que a arte de cozinhar é uma forma de doar prazer, o prazer do paladar como um dos sentidos mais aguçados e primordiais.
Cozinhar com amor. 
Todas as vezes que faço um bolo, no momento que coloco cada ingrediente, penso em quem irá saborear. Penso em cada momento especial que passamos e aquilo que desejo que aconteça de bom. Creio que tudo isso possa passar de alguma forma.
Ingerir amor.
Pensamentos que voam enquanto você mistura uma boa massa. 
As idéias que necessitam de tempo para ganhar corpo como uma boa fermentação. 
Toda a atenção na dosagem para não ficar enjoativo ou injerivel.
Redescobrir os instintos primários que reconhecem individualmente cada sabor e perfume sem o realce de matérias industrializadas, manipuladas e modificadas. 
Como no dia a dia... Redescobrir, criar, ousar, impressionar, conquistar, amar! 
Vejo a cozinha assim... 
Como Mia Couto :-)