Na era do consumismo sem medidas, existem pessoas que dizem não ao "Black Friday" e aproveitam o momento para inserir outros costumes a nossa realidade brasileira como os "SALES" na garagem de casa com coisas semi-novas ou bem conservadas.
Eu tenho uma amiga que AMO, ela morou nos USA por muitos anos e regularmente promove "SALES" no Rio de Janeiro.
Aqui na Suíça no Cantão onde vivo temos a "Disfashion".
Rodando pelas minúsculas e charmosas estradinhas e cortiços da cidade velha de Locarno podemos achar barraquinhas com artigos novos descontados, semi-novos e usados.
Mas o máximo da "Disfashion" são as várias outras barracas de crianças que vedem entusiasmadas roupas e brinquedos que já não servem mais.
São semanas de preparativos limpando, costurando e deixando tudo em ordem para expor cada um a sua barraquinha.
Aqui na Suíça no Cantão onde vivo temos a "Disfashion".
Rodando pelas minúsculas e charmosas estradinhas e cortiços da cidade velha de Locarno podemos achar barraquinhas com artigos novos descontados, semi-novos e usados.
Mas o máximo da "Disfashion" são as várias outras barracas de crianças que vedem entusiasmadas roupas e brinquedos que já não servem mais.
É uma festa só! Mais animada que Halloween!
São semanas de preparativos limpando, costurando e deixando tudo em ordem para expor cada um a sua barraquinha.
É muito interessante discutir com quem não conhece estas tradições e exemplos que acho fantásticos serem seguidos.
Porque o discurso vai além do poder comprar tudo novinho, mas sim o que faremos para nos livrar de tudo isso que é fabricado em escalas assustadoras nos dias de hoje?
Se lembro do período onde tudo durava mais e se usava até quebrar, começo a reavaliar certos hábitos que até eu mesma adotei, como consumista. Apesar de adorar ajustar daqui e modificar ali com a minha paixão pelo restauro.
O mundo foi relativamente bem conservado até a minha maturidade, mas como minha filha de somente 4 anos encontrará o seu planeta daqui a uns 20 anos?
Se lembro do período onde tudo durava mais e se usava até quebrar, começo a reavaliar certos hábitos que até eu mesma adotei, como consumista. Apesar de adorar ajustar daqui e modificar ali com a minha paixão pelo restauro.
O mundo foi relativamente bem conservado até a minha maturidade, mas como minha filha de somente 4 anos encontrará o seu planeta daqui a uns 20 anos?
Um discurso completamente de biodiversidade. Vamos trocar somente o que for necessário?
Bom "Green Friday"!
Lu
Lu





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